Quem ama, cuida…

CRISTINA: “What am I supposed to say? ‘I swear to love and cherish you every moment of everyday of my life?’ I mean, that’s not real. I mean, that’s not how it works, right?”
CALLIE: “It does, at first, but then it…”
MEREDITH: “It passes.”
IZZIE: “No it doesn’t. You guys are just used to it, that’s all. You already have it, you have that thing everybody else wants. You can take it for granted, but let me tell you, if you didn’t – if you couldn’t be with the person that you love, I guarantee that hearing him promise you, love you and honor you and cherish you, no matter what, it would be pretty much all you could think about.”
CRISTINA: “Wait, can you say that again? Just slowly.”
MEREDITH: “You’re talking about Denny, right?”

Grey’s Anatomy – 3.ª Temporada (ep. 24)
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Deixo-vos um conselho…

… dêem atenção a estas palavras.

Não vale a pena despedirmo-nos cedo demais da vida e daqueles que mais amamos.


by Agência Publicidade Mccann Erickson para assinalar os 18 anos da Liga Portuguesa Contra a Sida [24.10.2008]

Pequenos nadas…

… que nos dizem tudo.

Hoje senti algo semelhante nos olhos do Nanu, o meu amigo de quatro patinhas… deixo-vos por isso esta linda mensagem ilustrada.

Por Terras Bordadas…

MIRANDA DO DOURO

“UM CACHICO DE CIELO NA TIERRA”

Terra Bordada…

… foi a metáfora que a minha mãe usou ontem inúmeras vezes, para melhor descrever o que os seus e os nossos olhos viam pelas serras habilmente “desenhadas” de verde e de ouro, no caminho que nos levou a Miranda do Douro, o local onde ficou decidido festejar o aniversário da dita poetisa/mãe que eu amo.
O sol decidiu fazer-nos companhia, a alegria esbanjava, por isso o dia só poderia ser  perfeito! Faltava apenas o registo de todos os momentos… mas desta vez as imagens principais e mais belas ficariam na memória. Ainda assim salvaram-se algumas no PDA do marido.

Chegados a Miranda do Douro, melhor dizendo a “Um cachico de cielo na tierra” (tradução para Mirandês), havia necessidade de restabelecer energias e pôr à prova uma das iguarias da região: a famosa “posta à mirandesa”. Acho que alguns vieram mesmo pela posta, mas adiante. Ficamos mesmo por este restaurante aqui:

 
         Foto:  Restaurante O Mirandês – Miranda do Douro [26.10.2008]

Após o merecido repasto, calcorreámos o centro histórico da cidade, sendo desde logo notório o contraste entre a grandeza dos monumentos como a Catedral ou o Castelo de Miranda e as ruas estreitas e apertadas e até algo despojadas de qualquer ostentação, imagem que proveio da tradição medieval de que a cidade é herdeira. Constato ainda, com alguma consternação, que a população que lá vive e deambula está já envelhecida… este paraíso que se encontra nas arribas do Douro carece de uma juventude interventiva, que com os devidos apoios se aventure para o Nordeste Transmontano.

A beleza de Miranda do Douro ganha ainda maior relevo quando os nossos olhos se deixam perder por paisagens imensas, delineadas pelas águas do Douro, que rasgam rochas aparentemente inabaláveis. Perto encontra-se a Barragem de Miranda.

              Foto:  Barragem de Miranda, Miranda do Douro [26.10.2008]

Não vi os conhecidos pauliteiros, nem ouvi as gaitas de foles, mas li e ouvi o mirandês, uma língua que se afirmou por si mesma e se tornou o “ex-libris” da região. A cidade também se destaca por alguns pontos de interesse de visita como o Museu da Terra de Miranda ou as belas esculturas que embelezam o centro da praça.

 

 

 

 

 

 

 

 

Escultura que ornamenta o centro da praça e que pretende mostrar o traje típico da região.

Foto: Traje Típico Feminino, Miranda do Douro [26.10.2008]

O sol começou a descer, o dia a querer terminar e nós tínhamos mesmo de regressar. Acho que foi um belo dia de aniversário, apesar de todo o cansaço da viagem. À saída de Miranda do Douro, a placa na estrada deixou-me com um sorriso de orelha a orelha. Dizia em mirandês:

BUONA BIAIGE

Maravilhoso! 
Já agora, aqui podem fazer traduções de português para mirandês e vice-versa.

Alone is the last place I wanted to be…

A vida por vezes arrasta-nos para encruzilhadas… temos de saber como sair delas do melhor modo e acreditar que não estamos sós nesse caminho.


* Não deixem de prestar alguma atenção ao vídeo da música que vos deixo, que é simples mas imensamente belo!

What Can I SayBrandi Carlile

Look to the clock on the wall
Hands hardly moving at all
I can’t stand the state that i’m in
Sometimes it feels like the wall’s closing in

Oh lord what can i say
I’m so sad since you went away
Time time tickin’ on me
Alone is the last place i wanted to be
Lord what can i say

Try and burn my troubles away
Drown my sorrow the same way
It seems no matter how hard i try
It feels like there’s something just missing inside

Oh lord what can i say
I’m so sad since you went away
Time time tickin’ on me
Alone is the last place i wanted to be
Lord what can i say
Lord what can i say

How many rules can i break
How many lies can i make
How many roads must i turn
To find me a place where the bridge hasn’t burned

Oh lord what can i say
I’m so sad since you went away
Time time tickin’ on me
Alone is the last place i wanted to be
Oh lord what can i say
I’m so sad since you went away
Time time tickin’ on me
Alone is the last place i wanted to be

Lord what can i say
Lord what can i say

Poema do Amor – António Gedeão

             Foto: Google

Este é o poema do amor.

O poema que o poeta propositadamente escreveu
só para falar de amor,
de amor,
de amor,
de amor,
para repetir muitas vezes amor,
amor,
amor,
amor.
Para que um dia, quando o Cérebro Electrónico
contar as palavras que o poeta escreveu,
tantos que,
tantos se,
tantos lhe,
tantos tu,
tantos ela,
tantos eu,
conclua que a palavra que o poeta mais vezes escreveu
foi amor,
amor,
amor.

Este é o poema do amor.

António Gedeão

* “Ofereço” as palavras deste poema às duas pessoas que mais amo na vida e que hoje falam de um AMOR de 36 anos.

Quando as palavras não dizem o que somos…

“Quando as palavras não dizem o que somos.
Gastamos em tinta o que prometemos em sonhos.”

(clicar p/ ouvir)

João Pedro Coimbra in Para Todo o Mal” Mesa

“Alguém me ouviu (mantém-te firme)” – Mariza & Boss AC

Com o mês de Outubro, chegou a música do Movimento UPA, que trata o tema “Desespero/Esperança”, desta vez nas vozes de Mariza e Boss AC. Esta é a luta: fazer acreditar que a cura para as doenças mentais existe e que só assim o desespero se transformará em esperança.
Como sempre, para ajudar esta causa basta fazer o download do tema “Alguém me ouviu (mantém-te firme)” em Encontrar+se.

* Eu estou com esta causa desde o início… com imenso orgulho!
Já agora, atentem uma vez mais nisto:

lEVANTem-se CONTRA A DISCRIMINAÇÃO DAS DOENÇAS MENtAIS!

Janeiro: “Pertencer” – Xutos & Pontapés + Oioai (discriminar/integrar)
Fevereiro:
“Ele é que não” – Rodrigo Leão + JP Simões (negar/assumir)
Março:
“Vendaval” – Camané + Dead Combo (separação/união)
Abril:
“O Rei Vai Nu” – Sérgio Godinho + Xana (culpa/tolerância)
Maio:
“Ouve Bem” – Tiago Bettencourt + Cool Hipnoise (dependência/autonomia)

Julho: “BI-Polar” – Mesa + Rui Reininho (medo/compreensão)
Agosto: “Voa” – Paulo Gonzo + Balla (ofender/respeitar)

A letra do tema de Mariza e Boss AC fica disponível a seguir… Continuar a ler

Puppet – Yael Naim

A leveza e a simplicidade no seu esplendor…
Escutem tranquilamente…

PuppetYael Naim

Into another day
They open the box and play
Watching me turning round and round till music slows down and fade
I am a ballerin dancing for silver string
I should never have listened to promises for my dreams
Hey son no matter what they’ll say go far away
Hey son no matter what they’ll say run far away

My love
And into another day
They open the box and play
Watching me turning round and round till music slows down and fade
Hey son no matter what they’ll say go far away
Hey son no matter what they’ll say go far away
Hey son no matter what they’ll say go far away
Hey son no matter what they’ll say go far away
My love

Deolinda @ Teatro Aveirense…

… numa noite que se revelou bela e inesquecível…

            Autógrafo by Deolinda [17.10.2008]

O quarteto lisboeta está de facto de parabéns, simplesmente por conseguirem criar uma identidade própria, rompendo sensatamente com rótulos e estereótipos musicais pré-definidos. A Deolinda vagueia assim pelo fado, pelo folclore, pelo jazz, dá uns toques no samba e ainda cumprimenta ao de leve o pop, tudo isto com palavras que se juntam em combinações perfeitas, como acontece no ritmado “Fon-Fon-Fon”, no irónico “Fado Toninho” ou no interventivo “Movimento Perpétuo Associativo”, temas alegres que se vão revezando com a emoção que afloram suavemente em temas como “Não sei falar de amor” ou no sublime “Clandestino”. Aveiro teve ainda a honra de conhecer, em primeira mão, “O Fado do Notário”, o novo tema do grupo, que se revelou imediatamente um êxito na plateia do Teatro Aveirense. Para concluir, devo dizer que a diferença da Deolinda passa igualmente, na minha opinião, pelo modo como Ana Bacalhau, a vocalista do grupo, dá vida a cada canção que interpreta, modo esse intenso, dramático, como se numa peça de teatro estivesse. Admirável! O concerto foi realmente um sucesso e, perante uma sala esgotada, só lhes restou regressar ao palco três vezes, tal foi a insistência de um público que teimava em continuar a escutar o seu som, as suas palavras… no fundo a conhecer a Deolinda.

Update: Devo relembrar que a Deolinda regressará ao Teatro Aveirense dia 29 de Novembro para outro espectáculo, para compensar todos aqueles que desta vez não tiveram possibilidade de assistir ao concerto.