Quase, quase no Natal…

… por cá, sem pânico. 🙂 Consegui nos últimos (quase) dois anos ‘acomodar’ no meu ser, que a simplicidade de um mimo, pensado e concretizado com amor e atenção, vale mais que os mais preciosos presentes. A persistência neste meu objectivo de vida tem proporcionado esta acalmia em mim, algo que me deixa imensamente feliz.

Tentem viver o Natal na sua essência e não que o consumismo vos ‘devore’ o espírito. O  tempo que se pode perder na azáfama e correria das compras poderia ser dedicado, por exemplo, a pessoas que precisam de nós ou com quem nunca conseguimos estar. Já pensaram nisso?

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Autumn Leaves – Eva Cassidy

Por muito que se queira, que se tente, que se persiga uma imensa vontade de manter sempre a alegria, a calma, o empenho ou uma atitude positiva, há momentos em que um conjunto de situações nos tomam a vida de assalto e a tumultuam, apenas porque sim. Cabe-nos a difícil tarefa de as aceitar, por nos ultrapassarem pela sua magnitude. Quase como aceitar que depois do Outono vem o Inverno… that’s it. Ainda assim, acredito que saber aceitar o que não controlamos é um excelente passo no caminho para a felicidade. E é assim que tento viver…


Live @ Blues Alley

Autumn Leaves – Eva Cassidy

The falling leaves drift by my window
The falling leaves of red and gold
I see your lips the summer kisses
The sunburned hands I used to hold

Since you went away the days grow long
And soon I’ll hear old winter’s song
But I miss you most of all my darling
When autumn leaves start to fall

Since you went away the days grow long
And soon I’ll hear old winter’s song
But I miss you most of all my darling
When autumn leaves start to fall
I miss you most of all my darling
When autumn leaves start to fall