Portugal perdeu (fisicamente) um REI…

Não que precisasse de voltar a ouvir, ler, ver tudo o que Eusébio da Silva Ferreira fez pelo futebol e pelo nome de Portugal (o meu pai faz isso desde que sou gente), para ter certeza da excelência deste homem, que, em tempo útil e na altura devida, que é enquanto se está por ‘cá’, foi resgatado do esquecimento pelas pessoas certas (sim, porque este homem também teve momentos menos bons) e recebeu o carinho e as merecidas homenagens. Contudo, ontem ao ler este artigo, nas palavras de alguém distante da memória afectiva que nós, portugueses, temos pelo Rei, o meu coração encheu-se de um orgulho ainda maior. Eusébio amava o futebol na sua arte maior, não tão-somente no resultado do marcador no final dos 90 minutos, mas sim enquanto espalhava e partilhava a sua magia dentro das 4 linhas, numa linguagem e alegria que só a ele pertenciam. Como escreveu Ricardo Araújo Pereira, num texto sucinto, mas maravilhoso, ‘Eusébio é outra maneira de dizer alegria.’

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