Da (extraordinária) intemporalidade da arte…

Neste caso de uma canção, ou melhor, de uma obra de arte de um artista prodigioso, que eu adoro – Roger Waters. E, sim, a chuva tem em mim este efeito nostálgico.🙂 Apesar do assunto difícil que as palavras queriam (e que continuam a querer) perpassar, percebe-se que pouco (ou quase nada) mudou, salvo o salto temporal de mais de 3 décadas e uma indelével nota de optimismo que, ainda agora, teimamos em nunca deixar de acreditar.

Who is the strongest, who is the best
Who holds the aces, the East or the West
This is the crap our children are learning
But oh, oh, oh, the tide is turning

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