Por vezes custa parar. Parar o corpo. Dar um basta à razão. Usar apenas mente, emoções, afectos e perceber que o coração precisa de ser escutado. Traçar planos e ter o coração como base. Ousar sonhar, mesmo com o que pode nunca se concretizar, mas ter coragem de o fazer, porque sabemos que é certo que nos fará feliz. E, se nos faz feliz, ainda que por instantes, de que vale viver sempre com a razão na nossa sombra? Podemos depois voltar para o dia-a-dia, para a ‘selva’, para a rotina, mas chegaremos de alma cheia e com o coração mais leve, porque tivemos tempo para ele.
‘Só pode voar quem arriscar cair
Só se pode dar quem arriscar sentir‘
in Abraça-me bem by Mafalda Veiga
Há quem prefira não sentir e limitar-se a (sobre)viver na ‘selva’…
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