Palavras de quem não sabe como se mede o Am♥r…

Não vou dar a minha opinião sobre o assunto principal deste post da Sandra Felgueiras (palavras escritas a título pessoal, não como jornalista e que me surpreenderam pela negativa, admito), primeiro porque cada qual tem direito à sua opinião e à liberdade de a expressar, mesmo que não concorde com ela, como é o caso; segundo, porque a Pólo Norte já o fez num texto para lá de maravilhoso.  Adiante, portanto!

A única coisa que quero comentar (porque mexeu mesmo com minha essência, enquanto mulher e mãe) é a ligeireza e até mesmo a imprudência no modo como Sandra Felgueiras fala no AMOR por alguém, neste caso por um filho, com base no tal assunto de que eu não quero falar. Como se isso fosse possível! Não há medida para o amor. Ele é, existe, acontece, sente-se, vive em nós e para além de nós. Não se compara, não se compra nem se vende, mas, acima de tudo, e desculpem a repetição, O AMOR NÃO SE MEDE!

E era só isto!*


Foto @ Pinterest

* Vale a pena referir que existe algo que mudou em mim, a partir do momento em fui mãe. O meu lado leoa, que, até então esteve bem camuflado, veio à tona e ‘ai daquele’ que ponha em causa o amor pelo meu filho (até soa estranho, só de escrever), com base em critérios um tanto ou quanto duvidosos. Agora, sim, era só isto!

Adoro esta amizade do meu amor pequenino…

livros_amigos

‘E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. (…) Mas, se tu me cativares, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E eu também passo a a ser única no mundo para ti.’

in 'O Principezinho' de Antoine de Saint-Exupéry