Tenho aprendido que (quase) tudo passa…

(seja bom ou menos bom)

(mesmo que demore mais tempo do que o previsto)

Agarro-me a isso com toda a minha alma (e já agora com o que resta da minha força), depois de perceber que a nossa demanda virou uma espécie de aventura, sobretudo se pensar nas caóticas 3 primeiras semanas de desfralde (a valer, porque já tínhamos ultrapassado duas tentativas precoces e muita motivação para que o rapaz não fosse apanhado desprevenido). Pois é, se no início achava que talvez não estivesse a fazer o que é suposto nesta fase, o tempo veio mostrar-me que devia ter seguido o meu primeiro instinto: que talvez (sim, talvez, porque também posso estar errada) não tivesse chegado a hora certa para o fazer. O pequenino mostrou-me isso de diferentes formas, mas eu insisti. Segui conselhos de outros (que não têm culpa alguma, obviamente), que não se ajustaram ao meu querido filho. Ainda assim, assumo que estamos em retrocesso. Sim, retrocesso, porque, mesmo depois do que disse atrás, houve alguma evolução. Já se sabe que a rotina também faz das suas e obriga a certos comportamentos repetitivos e, apesar de perceber que ele já se aguenta mais de uma hora sem fazer o seu xixi e de já ter acordado da sesta diversas vezes com a fralda seca, constato também que ele ainda não se sente completamente preparado. Porquê, se mostra sinais positivos? Eis os argumentos de uma mãe (cansada) que fez os possíveis para ser coerente e flexível:
– porque NUNCA pediu para ir ao pote;
– porque rejeita ir para o dito assento ‘vebe’ (verde) metade das vezes e nutre por ele uma assumida animosidade;
– porque se mostra indiferente ao facto da cueca ter aviões, carros, o mickey ou piratas;
– porque não se chateia quando fica molhado;
– porque não me faz a vontade, nem em troca do que ele mais gosta de fazer (e nem sei se isto se deve ou não fazer, mas assumo que o fiz em alturas de muito stress);

Não vou desistir, ou parar por completo, mas vou refrear. Deixar que o assento ‘vebe’ esteja por perto e que devagarinho seja o pequenito a querer libertar-se um pouco mais do seu lado bebé. E dar tempo ao tempo. No seu timing! E pedir que venham melhores dias, ou como diz a querida Sara, que Haja [muita] paciência e palavras calmas e reconfortantes para lhe dar, para voltar à carga em breve, muito em breve.”

Porque vai passar! Tudo passa! E é o que diz a canção…❤

2 pensamentos sobre “Tenho aprendido que (quase) tudo passa…

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