Am♥r, apenas Am♥r…

… porque o amor não tem rótulos. Que vídeo maravilhoso!


*podem ler aqui o objectivo desta campanha da Ad Council

 

Amor foge a dicionários e a regulamentos vários *

Não é regra, nem lei. Deve haver uma, ou até várias teorias que poderão evidenciar alguns fundamentos científicos para explicar casos como este. Mas é certo que episódios como o de Joe e Helen acontecem, disso não há dúvida. Se é a força do amor, da amizade ou do companheirismo, do não saber lidar com a perda, ou com a dor, não sei. Certo é não haver certezas absolutas. Não consta que existam estatísticas, tanto quanto sei, que estabeleçam o tempo que separa o reencontro de duas pessoas que se amam, ou que têm uma história de vida em comum, e que a morte levou um antes do outro. Acredito também que não é (apenas) assim que se mede o amor entre duas pessoas, mas creio que algo de muito transcendente e belo acontece em relatos como este. ❤

* Do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade:

AS SEM-RAZÕES DO AMOR

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.


De como a música me salva inúmeras vezes…

Não é novidade para ninguém (ou não deveria ser) que a música pode ter efeitos fantásticos no modo como somos, ou como nos sentimos (tanto física como emocionalmente). Hoje é dia ‘mais ou menos’. Porque nem sempre os tais dias marcados nos ‘calham’ bem! A banda sonora escolhida é do Chico Buarque. Porque também assim calhou!
Aproveito a boleia do Chico para dar um passeio pelas memórias de outros tempos, quando me foram apresentados alguns temas deste e de outros mestres da MPB.  É o caso de ‘Você Não Entende Nada’ de Caetano Veloso,  uma dessas recordações especiais, com quase 20 anos de vida. Ai, as vezes que cantámos essa canção! 🙂

Depois acabei por me render à sua versão ao vivo, numa fusão sui generis e fabulosa com o ‘Cotidiano’ do Chico. Um diálogo de mestres, como eu costumo dizer.

Adoro esta amizade do meu amor pequenino…

livros_amigos

‘E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. (…) Mas, se tu me cativares, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E eu também passo a a ser única no mundo para ti.’

in 'O Principezinho' de Antoine de Saint-Exupéry

Brilha , brilha lá no céu ★ …

Eu acredito verdadeiramente que nunca estamos sozinhos, porque há sempre alguma(s) a cuidar de nós. E, se estamos a celebrar a  que vai nascer, há quem precise de se agarrar a esta salutar esperança que ‘outras’, que partiram, estarão a cuidar de nós. Porque, acreditar é preciso!

Das frases que (para muitos) fazem sentido, mas não para mim…

Não me considero diferente ou superior a ninguém quando falo de sentimentos, afectos e emoções. Mas sou alguém que faz por viver intensamente cada um deles. Sou feliz por ser assim, mesmo sabendo que a probabilidade de sofrer se torna inevitavelmente mais elevada. Mas não iria conseguir (nem saberia) viver de outra maneira. Não sei gostar ou amar pouco; não sei ajudar, acarinhar ou estar presente na vida de quem (me) merece, pela metade; não aceito não sentir (seja amor, tristeza ou angústia); não acredito que possamos ter muitos amigos, porque não haveria tempo (nem ‘espaço emocional’) suficiente para cada um deles; tento não ser imprudente nas escolhas que faço para o meu mundo de afectos, ainda que por vezes me engane, mas também tenho aprendido que são esses enganos que distinguem quem já mora nesse ‘meu mundo’; e não, não preciso de perder alguém para perceber o quanto ‘essas pessoas’ significam para mim. Porque eu sei isso, enquanto as tenho comigo, enquanto as ESTIMO, enquanto as AMO, sempre que lhes digo o que sinto por elas. Sem saber muito bem como, eu já sei a falta que me vão fazer, sem precisar de as perder. Resta a saudade, uma ‘companheira’ inevitável, do que ainda poderíamos viver e não nos foi possível.

A citação tem o seu valor, enquanto alerta para quem ainda não percebeu que é AGORA que se deve amar, sentir, dar, partilhar. Porque DEPOIS pode ser (muito) tarde.


Imagem @ One day, one movie [in ‘The curious case of Benjamin Button’]

Aos meus amigos…

… aqueles poucos que o coração escolheu como família e que eu !!! Obrigada!

Os abraços nunca são demais…

* Um cartoon para a minha mana do coração, a quem estou ansiosa de dar um abraço muito apertado! ❤❤❤

Para os poucos amigos do meu ♥… aqueles que o carregam quando os dias pesam mais que a vida

“A gente não faz amigos, reconhece-os.”
Vinicius de Moraes

“BIG-hearted” by Amanda Cass

Imagem daqui

Nostalgia ou outra coisa qualquer que não sei explicar…

… foi o que senti hoje, quando no silêncio da manhã me lembrava do sonho da noite anterior. Uma amiga que não vejo há imenso tempo, e com quem partilhei muitos momentos (bons e menos bons), parecia querer dizer-me algo de importante. Estranho, não? Para além de tudo isto, desceu em mim uma estranha necessidade de ouvir Jorge Palma. Tive mesmo de ir procurar os CDs e ouvir… e soube tão bem! Agora só falta mesmo ligar à M. Não podemos deixar nada por fazer. Ou como diz o Palma:

‘Não há passos divergentes para quem se quer encontrar’