Pete Yorn e Scarlett Johansson gravaram o álbum “Break Up” em 2006, mas este foi editado apenas no passado mês de Setembro. Os temas que atravessam o álbum são o Amor e a separação… e, como eu adoro falar de amor, deixo o vídeo da música que se segue que é fantástica e contagiante. Falta dizer que a voz de Scarlett Johansson é belíssima!
Vejam agora a dupla ao vivo. A qualidade mantém-se e é, na minha opinião, uma actuação absolutamente irresistível.
Live @ Ellen Degeneres Show [12/10/2009]Relator – Pete Yorn & Scarlett Johansson
When I met you
I didn’t know what to do
I was tired, I was hungry, I’d fight
Now I’m away
I write home every day
And I see you on the TV at nightYou can see that
Life’s for us to talk about
You can leave
Whenever you want outYou don’t relate to me
No, girl
You don’t respect me
No, girl
No, girl, yeahWhen I met you
I didn’t know what to do
But I noticed that I didn’t really feel
Now you’re away
You write home everyday
I don’t beg, I don’t borrow, I stealYou don’t think that
Life’s for us to talk about
You can leave
Whenever you want out
You want outYou don’t relate to me
No, girl
You don’t respect me
No, girl
You don’t relate to me
No, girl
You don’t respect me
No, girl
You don’t relate to me
No, girl
You don’t respect me
No, girl
No, girl, yeah
Relator – Pete Yorn & Scarlett Johansson
•Novembro 18, 2009 • 2 Comentários‘The Soloist’ – O poder da Amizade
•Novembro 15, 2009 • Deixe um comentário“I can tell you that by witnessing Mr. Ayer’s courage, his humility, his faith in the power of his art – I’ve learned the dignity of being loyal to something you believe in … believing without question that it will carry you home!”
Steve Lopez @ The Soloist
Uma amizade aparentemente improvável entre Steve Lopez (Robert Downey Jr.), um jornalista que busca histórias que lhe encham a própria vida, e Nathaniel Ayers (Jamie Foxx), um sem abrigo muito especial, resignado à sua arte maior - a música - e à sua condição mental, transforma The Soloist num dos filmes mais emotivos que eu vi nos últimos tempos. O filme resulta de uma história verdadeira, contada por Steve Lopez na sua coluna do jornal LA Times, desde 2005, dando mais tarde origem ao livro The Soloist: A Lost Dream, an Unlikely Friendship, and the Redemptive Power of Music, base para o argumento do filme de Joe Wright. Como facilmente se depreende, tudo aconteceu rapidamente, quase como os laços que os dois homens criaram entre si, com base na mais importante premissa da amizade: aceitar o outro tal como ele é.
A música deu o mote para o encontro dos dois e tornou-se no fio condutor de uma caminhada bonita pelos meandros da mente humana, com particular enfoque na esquizofrenia, a doença que persiste na vida de Nathaniel e que ele parece ter receio de combater. Aliás, nem Steve Lopez, nem o argumento do filme tiveram qualquer intenção de mudar a vontade do génio por detrás da doença… não houve por isso um final especialmente feliz para esta história, mas o final humanamente possível. A cidade de Los Angeles ganhou também uma visão mais telúrica – a grandiosidade dos prédios num contraste profundo com a imensidão de pessoas doentes e desalojadas, que por ali deambulam, tantando resistir a um mundo solitário, sem tempo para detalhes, inconvenientes ou desassossegos. O jornalista assegurou a história de um deles, mas muitas histórias deverão precisar de ser contadas.Do filme guardo os brilhantes diálogos, a simbologia, a cenografia, a belíssima banda sonora e os inúmeros detalhes, que nos obrigam a pensar na vida e no que há de mais importante para sermos felizes. Neste caso, percebemos a força e o poder da amizade e da música.
Vale a pena ver o filme, conhecer e seguir a história de Steve Lopez e Nathaniel Ayers.
Fiquem com o trailer:
Ary dos Santos regressa à “Rua da Saudade”…
•Novembro 14, 2009 • 1 ComentárioJosé Carlos Ary dos Santos abandonou-nos há 25 anos… para mim perdurará na genialidade e mestria das palavras que nos deixou de legado.
Regressa agora à sua Rua da Saudade, nome da rua onde onde viveu durante alguns anos e que serviu também de nome ao projecto produzido por Renato Júnior. Susana Félix, Viviane, Luanda Cozetti e Mafalda Arnauth são as vozes que protagonizam a musicalidade de alguns poemas de Ary.
Ainda não ouvi todo o CD, apenas as músicas que se encontram em vídeo e que representam o estilo que cada artista pretende passar na interpretação, com passagem pelo fado, pop, jazz e mesmo pela bossa nova.Importa recordar Ary dos Santos…
Canção de Madrugar by Susana FélixCanção de Madrugar
De linho te vesti
De nardos te enfeitei
Amor que nunca vi
Mas seiSei dos teus olhos acesos na noite
Sinais de bem despertar
Sei dos teus braços abertos a todos
Que morrem devagar
Sei meu amor inventado que um dia
Teu corpo pode acender
Uma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascerIrei beber em ti
O vinho que pisei
O fel do que sofri e dei
Dei do meu corpo um chicote de força
Rasei meus olhos com água
Dei do meu sangue uma espada de raiva
E uma lança de mágoa
Dei do meu sonho uma corda de insónias
Cravei meus braços com setas
Descobri rosas, alarguei cidades
E construí poetasE nunca te encontrei
Na estrada do que fiz
Amor que não logrei
Mas quisSei meu amor inventado que um dia
Teu corpo pode acender
Uma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascer
Então:Nem choros, nem medos, nem uivos, nem gritos,
Nem pedras, nem facas, nem fomes, nem secas,
Nem feras, nem ferros, nem farpas, nem farsas,
Nem forcas, nem cardos, nem dardos, nem trevas,
Nem choros, nem medos, nem uivos, nem gritos,
Nem pedras, nem facas, nem fomes, nem secas,
Nem terras, nem ferros, nem farpas, nem farsas
Nem MALLetra: José Carlos Ary dos Santos
Música: Nuno Nazareth Fernandes
Hoje o dia é de festa…
•Novembro 10, 2009 • 10 ComentáriosNão tenho por hábito festejar o meu aniversário. Aliás, nunca gostei da sensação de festejar o facto de ter passado mais um ano na minha vida e sempre senti que não se tratava de receio de envelhecer… não era seguramente um sentimento consciente. Talvez fossem histórias mal resolvidas, emoções desordenadas, medos por desvendar… mas estou numa nova fase da minha vida e começo a perceber a beleza do acontecimento. Por isso, hoje é dia de festa e eu estou feliz!!!
Deixo de seguida um vídeo giríssimo, que um amigo do Facebook me ofereceu. Achei-o fabuloso!![]()
A música faz maravilhas…
•Novembro 9, 2009 • 3 ComentáriosAcho o máximo este tipo de actos de espontaneidade! Adorava que algo assim acontecesse comigo.
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“Grocery Store Musical”
“I Love Lunch! The Musical”
vídeos e making of in Improve Everywhere
Eu gosto de guardar sorrisos…
•Novembro 6, 2009 • 1 ComentárioSão eles que quase sempre salvam os meus momentos menos bons e os dias que custam a passar.
Sorriso – Trovante
Tenho um sorriso fechado na palma da minha mão.
Sorriso que foi achado caído no meio do chão.
Um sorriso que era vento desenrolado do azul
em que as minhas velas pandas se enfunavam para o Sul,
rumo a qualquer fim do mundo!Uma ilha tropical onde o meu corpo confundo
com vento suor e sal. Era esse o teu sorriso;
o sorriso que me davas quando os teus olhos nos meus
eram dois potros com asas.À tua espera na praia fiquei pela tarde fora,
no alto daquele rochedo onde um minuto é uma hora!
E não vi o teu sorriso surgir da areia ou do mar.
Nem tive um porto de abrigo…
Nem foste um barco a chegar.Se me disseres que morreste não acredito. Não posso!
Andavas sempre comigo e o teu sorriso era o nosso…
Hoje guardo o teu sorriso fechado na minha mão…
A contrastar com o siso que trago no coração.in álbum “84″ (1984)
A busca de um sonho não deve cessar NUNCA…
•Novembro 3, 2009 • 3 ComentáriosRevi ontem “Fame”, o mítico filme de Alan Parker, que consegue reunir, até aos dias de hoje, diferentes gerações em torno da magia da música, da dança e da representação. Procurar um sonho, acreditar que tudo é possível, desde que se tente, e levar avante o que por vergonha ou medo ficava guardado na gaveta do intransponível parecem facilmente fazer todo o sentido.
Out here on my own – Irene Cara
Sometimes I wonder
Where I’ve been
Who I am, do I fit in?
Make-believing is hard alone
Out here, on my ownWe’re always proving
Who we are
Always reaching
For that rising star
To guide me far
And shine me home
Out here on my ownWhen I’m down and feeling blue
I close my eyes so I can be with you
Oh, baby, be strong for me
Baby, belong to me
Help me through
Help me need youUntil the morning sun appears
Making light of all my fears
I dry the tears I’ve never shown
out here on my ownBut when I’m down and feeling blue
I close my eyes so I can be with you
Oh, baby, be strong for me
Baby, belong to me
Help me through
Help me need youSometimes I wonder
Where I’ve been
Who I am, do I fit in?
I may not win
But I can’t be thrown
Out here on my own
On my ownMúsica: Michael Gore
Letra: Lesley Gore
Os amigos merecem o nosso melhor abraço…
•Outubro 29, 2009 • 1 ComentárioDeixo um bem apertadinho só para ti, Amiga! Gosto tanto de ti!
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“Dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim”Vinícius de Moraes in “Chega de Saudade”
Dizem que só precisamos de AMOR…
•Outubro 25, 2009 • 16 ComentáriosPodem querer provar-me do contrário, mas eu também acredito nisso.
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“All you need is love” - versão de Lynden David Hall para a banda sonora do filme “Love Actually”





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