O mais importante é o (meu) caminho…

Eu adoro Anatomia de Grey, desde o primeiro episódio! Ora com episódios maravilhosos, ora com outros menos conseguidos, a verdade é que gravei na minha memória momentos, situações, frases que dificilmente esquecerei. E é isso que mais importa, quando gosto de alguma coisa. Perceber o que posso guardar para, se possível, me ajudar no meu crescimento pessoal.
Hoje recorro a estas palavras, que tão bem retratam o meu estado emocional dos últimos tempos.

“They take pictures of mountain climbers at the top of a mountain. They’re smiling, ecstatic, triumphant. They don’t take pictures along the way cos who wants to remember the rest of it. We push ourselves because we have to, not because we like it. The relentless climb, the pain and anguish of taking it to the next level. Nobody takes pictures of that. Nobody wants to remember. We just wanna remember the view from the top. The breathtaking moment at the edge of the world. That’s what keeps us climbing. And it’s worth the pain. That’s the crazy part. It’s worth anything.”

Grey’s Anatomy (S06,Ep.17)

Alegrias ou tristezas, vitórias ou derrotas… todas fazem parte desta montanha russa que é a vida. O que nem sempre se sabe, porque nem sempre nos questionam, é como foi o trajecto, como estivemos pelo caminho. As dores, as desventuras, ou as conquistas de cada um, por vezes sofridas, parecem ser para muitos, e, na maioria das vezes, pouco extraordinárias e aparentemente suportáveis.
No entanto, aquele lugar “onde só chega quem não tem medo de naufragar” é de quem o conquista. Dou por mim a perceber que o mais importante já não é ser compreendida, já não é saber se sou aceite ou se se conseguem colocar no meu lugar. Porque o mais importante é o meu caminho, a pessoa que sou, a verdade que me acompanha. A minha verdade!

Ainda tenho um longo caminho a percorrer. O meu caminho.

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‘A finitude é o destino de tudo’*

Grey’s Anatomy (S.11)

Foto @ Buzzfeed

*José Saramago

Viver a vida como ela é…

Robin: Ted, the future is scary. But you can’t just run back to the past because it’s familiar. Yes, it’s tempting… 
Barney: But it’s a mistake.

HIMYM – Season 6, Ep. 24

É bem mais fácil viver agarrado ao que que se conhece desde sempre, e que sabemos que funciona.
É bem mais fácil não sair daquele trajecto que, à partida, não nos trará surpresas. Caminhar serenamente a par da rotina, sem sair da zona de conforto.
É bem mais fácil pensar que temos sempre tudo sob controle.
No entanto, eu chamo a isto sobreviver, não viver!
Não critico quem prefere viver assim, se isso o consegue fazer feliz. Se eu já pensei assim!

Esforço-me diariamente para não caminhar nessa estrada, para ‘não ouvir essa canção’!
Tenho aprendido que a vida pode construir-se de modo diferente mas igualmente desafiante. Porque, por muito que se queira, é quase impossível existirmos de forma plena num compasso feliz e utópico, de expectativas perfeitamente superadas, de mundo colorido e ‘arrumado’. Eu sei que assim não sou feliz… Já ‘vivi’ nesse mundo e caí imensas vezes. Não me queixo! Pelo contrário. Agradeço a queda! Agradeço o desconforto! Agradeço a indefinição e a incerteza do caminho! Foram estes desvios que me ensinaram o caminho de volta, a recuperar o tempo que perdi a sobreviver! Percebi que o percurso faz-se assim mesmo… de arrelias e alegrias, de contrariedades e de conquistas, de quedas e recuperações, de momentos pouco felizes e de outros que nos enchem as medidas. Na maioria das vezes é no limbo entre as duas acções opostas que nós crescemos (mesmo que não percebamos isso na altura).

O que mais quero é viver a vida como ela é e, como dizem os Skank…
‘deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser’.

‘Ranzinza’…

Quando vi este vídeo, lembrei-me desta palavra e de uma grande amiga açoreana que a usa muitas vezes. Que bom ter estado este Verão contigo, amiga! ❤

Agora sobre o vídeo…
Esta pequena história, que (quase) toda a gente já experienciou, está, na minha opinião, fabulosa e muito, muito espirituosa! Adorei a ideia e o resultado!

Existe tanta gente ‘chata’ por aí, que se vai rever. Aliás, eu acho que já fui um bocadinho assim, mas entretanto cresci. 😀

Trata-se de um projecto original, criado pela atriz Luísa Fidalgo e realizado por Vieira Vasco, que gira em torno de pequenas histórias sui generis, que têm lugar num café. Daí o nome: The Coffee Shop Series’. Todos os dias na RTP2.


Chata | The Coffee Shop Series (com participação de Filomena Cautela)

O ❤ sente-se e pronto…

Que interessa se já ouvimos frases semelhantes vezes sem conta? Num filme, numa série ou até na mesa do lado? Se a cena é bem feita, se o amor é sincero, se as frases nos tocam, nada mais interessa…

(Scandal – S.2,Ep.19)

O segredo é ficar atento ao que a vida nos oferece…

“We do our very best, but sometimes it’s just not good enough. We buckle our seatbelts, we wear a helmet, we stick to the lighted paths, we try to be safe. We try so hard to protect ourselves, but it doesn’t make a damn bit of difference. Cause when the bad things come, they come out of nowhere. The bad things come suddenly, with no warning.

But we forget that sometimes that’s how the good things come too.

Grey’s Anatomy (S09,Ep.23)
Trabalho de Amanda Cass

A-D-O-R-E-I…

Acho que até já esqueci ‘aquela mágoa’ com Shonda Rhimes… 🙂

Grey’s Anatomy (S.09 EP.17)

Foto @ Pinterest

Day 23 | What I do for fun (O que faço para me divertir)

Adoro séries de televisão desde sempre e a verdade é que sigo imensas, desde que me conheço como gente. De humor, dramáticas, de época (não todas) e, sem saber explicar muito bem as razões, até porque sou um tanto ou quanto hipocondríaca, adoro séries médicas. 😀
Perco-me com algumas personagens, enredos, diálogos, banda sonora… e tantas outras coisas. Neste momento, para além de ‘Grey’s Anatomy’, é esta a série (‘Scandal’) que preenche as minhas poucas horas de ócio e A-D-O-R-O!

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Eu percebo que tudo tem um fim… (vou falar de Grey’s Anatomy: pode conter spoilers)

… e até já percebi que a actriz que interpretava ‘Lexie Grey’ queria mesmo sair de Grey’s Anatomy, e, mesmo que não quisesse, e alguém entendesse que já era hora de ela dançar dali para fora, não haveria nada a fazer… é o universo da ficção televisiva, sobretudo da americana. Não deixa de ser uma grande maçada afeiçoarmo-nos a certas personagens, sabe-se lá porquê, e depois, por esta ou aquela razão deixar de as ver, porque se vão embora. Para piorar, aborrece-me que elas saiam quase sempre sem vida, mas talvez se explique por a acção se dar num hospital. O que é certo é que a malta, viciada desde a primeira temporada, não consegue deixar de ficar triste, e, alguns, como eu, devem até embirrar com as novas caras, no início. Depois habituámo-nos, um bocadinho a custo!

Eu gostava da Lexie e do Sloan e foi bonito pensar que ficaram ‘juntos e apaixonados para todo o sempre ‘, tal como gostava do George (nem me quero lembrar do episódio em que o George morre).


Foto @ Pinterest

Agora não há nada a fazer, tenho de seguir em frente e a verdade é que já estou a gostar da Wilson e daquela relação sui generis (para não dizer ‘marada’) do Avery e da April. Esperemos que não se ‘finem’ tão cedo! 😀

Nostalgia…

… podia muito bem ser o meu nome do meio! 🙂 Neste caso, numa versão mais acústica  e intimista, que me agrada.

I’ll Be There For You (Friends Theme)
– Boyce Avenue –